segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Reflita
Três pequenas histórias para inspirar a alma....
Certa vez, o povo de uma vilarejo decidiu se reunir no centro do lugar para
rezar pedindo por chuvas...Mas apenas um garoto trouxe guarda-chuva.
Isso é FÉ;
Quando você joga um bebê de um ano de idade para o alto, ele gargalha porque
sabe que na queda alguém irá segurá-lo.
Isso é CONFIANÇA ;
A cada noite, antes de dormir, não temos garantia nenhuma de que estaremos
vivos na manhã seguinte, mas, ainda assim, colocamos o despertador para
tocar.
Isso é ESPERANÇA.
domingo, 14 de julho de 2013
Milho de Pipoca
RUBEM ALVES --------------
A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.
O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.
O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.
Assim acontece com gente. As grandes transformaçoes acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que é o seu jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor.
Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre.
Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. Pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: Bum! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, com que ela mesma nunca havia sonhado.
Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.
E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?
sábado, 9 de março de 2013
Então Robert descreveu para nós a "Corrida dos Ratos":
"Se você observar a vida das pessoas de instrução média,
trabalhadoras,você verá uma trajetória semelhante. A criança nasce e
vai para a escola. Os pais se orgulham porque o filho se destaca, tira
notas boas ou altas e consegue entrar na universidade. O filho se
forma, talvez faça uma pós-graduação, e então faz exatamente o que
estava determinado: procura um emprego ou segue uma carreira
segura e tranquila. Encontra esse emprego, quem sabe de médico ou
de advogado, ou entra para as Forças Armadas ou para o serviço
público. Geralmente, o filho começa a ganhar dinheiro, chega um
monte de cartões de crédito e começam as compras, se é que já não
tinham começado.
Com dinheiro para torrar, o filho vai aos mesmos lugares aonde vão os
jovens, conhece alguém, namora e, às vezes, casa. A vida é então
maravilhosa porque atualmente marido e mulher trabalham. Dois
salários são uma bênção. Eles se sentem bem-sucedidos, seu futuro é
brilhante, e eles decidem comprar uma casa, um carro, uma televisão,
tirar férias e ter filhos. O desejo se concretiza. A necessidade de
dinheiro é imensa. O feliz casal concluiu que suas carreiras são da
maior importância e começa a trabalhar cada vez mais para conseguir
promoções e aumentos. A renda aumenta e vem outro filho... e a
necessidade de uma casa maior. Eles trabalham ainda mais
arduamente, tornam-se funcionários melhores. Voltam a estudar para
obter especialização e ganhar mais dinheiro. Talvez arrumem mais um
emprego. Suas rendas crescem, mas a alíquota do imposto de renda,
o imposto predial da casa maior, as contribuições para a Seguridade
Social e outros impostos também crescem. Eles olham para aquele
contracheque alto e se perguntam para onde todo esse dinheiro vai.
Aplicam em alguns fundos mútuos e pagam as contas do
supermercado com cartão de crédito. As crianças já têm cinco ou seis
anos e é necessário poupar não só para os aumentos das
mensalidades escolares, mas também para a velhice.
O feliz casal, nascido há 35 anos, está agora preso na armadilha da
"Corrida dos Ratos" pelo resto de seus dias. Eles trabalham para os
donos da empresa, para o governo, quando pagam os impostos, e
para o banco, quando pagam cartões de crédito e hipoteca.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
NOVOS TEMPOS
Estaremos entrando em 2013 num novo ano, e quem sabe num novo tempo. Tempo de esperanças, tempos de mudanças. O número seis (2+0+1+3) na numerologia remete à família e aos amigos, “O 6 se identifica muito mais com o "nós" do que o “eu", e a sua preocupação com o bem estar das pessoas lhe traz a necessidade de ser útil, o que faz com que ele muitas vezes se envolva com atividades comunitárias e sociais”. É o que esperamos dos nossos políticos.
Um aluno me perguntou como poderia escolher um candidato para votar. Eu respondi que ele deveria escolher uma pessoa que, de preferência ele conhecesse bem. Disse-lhe que o voto é parecido com um casamento, deve ser fundamentado na confiança e no respeito, mas existe uma diferença do casamento, é que quando duas pessoas se casam, e o relacionamento não dá certo é fácil separar. Porém, quando você vota errado, a separação é muito mais complicada, é necessário todo um processo de cassação para se retirar uma pessoa de um cargo público. E não basta apenas votar e dizer que fez o seu papel. O dinheiro que os políticos ganham e gastam sai dos nossos bolsos, então devemos nos interessar pelos gastos públicos, pois se a arrecadação for gasta com moinhos e gramados, as escolas ficarão analfabetas, os postos de saúde ficarão doentes e as ruas intransitáveis. Devemos ter a consciência de que nosso papel é o de fiscalizador, e isso pode ser feito através dos vereadores que elegemos, deveremos cobrá-los de respostas rápidas e precisas, já que pagamos para que eles façam a fiscalização, que façam bem feito. É o que esperamos.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Hora de escolher
domingo, 12 de agosto de 2012
Ser rico ou viver a vida?
Texto tirado da internet
Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque
ela nem precisa dos meus comentários.
Lá vai:
"Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada: Quando era jovem as
pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora dizem que tenho que escutar os jovens,
porque são mais inteligentes.
Na semana passada li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer
um ficar rico. E eu aprendi muita coisa... Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um
cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00.
Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado,
peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário.
Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas
das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.
É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse
e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto absolutamente feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje, aos 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem,
nem a mesma saúde. Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade e roupas, hoje, não vão
melhorar muito o meu visual!
Recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos
com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a vida".
"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço."
domingo, 10 de junho de 2012
Minha opinião
Os supermercados não dão mais sacolinhas, mas as tartarugas não alcançam no balcão das lojas, elas comem as sacolinhas jogadas de forma irresponsável no mar, isso porque somos um povo sem cultura, sem memória. Se buscarmos na história os povos que passaram por guerras, veremos que estão melhores que aqueles que nunca passaram por isso. Gastamos muito mais com uma pizza e cerveja num fim de semana do que gastamos com médico e dentista. Somos um povo fracassado em busca de heróis, e quando esses se perpetuam no que fazem, e como todo ser humano incorrem em erros, são execrados, haja vista os Gustavos, Ronaldos, Rubinhos e outros tantos que chegaram no limite da fama e com o passar do tempo são desvalorizados. Fez bem o Pelé que parou no auge, também no caso do nosso eterno Airton Senna, será que se ele não tivesse partido e hoje estivesse perdendo não seria criticado também? Já vi gente falando que Schumacher, campeão sete vezes na fórmula um, é um piloto ruim, pode até ser que ele ganhou alguns títulos não muito honestamente, mas dizer que esse sujeito pilota mal é muita ousadia.
Sempre estivemos na condição de colônia, desde o descobrimento e passando pela ditadura, pelo militarismo, AI-5, Censura e outras catástrofes que assolam esse nosso país. A maioria dos políticos que colocamos no poder não está preparado ou preocupado com as atribuições de uma pessoa pública que deveria trabalhar para o povo e para o bem da comunidade. Por muito tempo ficamos proibidos de usar nossa bandeira, e isso teve um legado ruim para as gerações que vieram. Muitos não sabem a letra do hino nacional, que é pouco usado nas escolas, e quando inserido nos eventos esportivos é truncado e não executado na sua plenitude. Os jovens estão iludidos pelas carreiras que ganham muito dinheiro, querem ser cantores, jogadores de futebol ou modelo, mas desconhecem que apenas quatro por cento dos jogadores de futebol ganham mais que cinco mil reais. E os profissionais que ganham muito dinheiro são realmente talentosos. Quantos “Neymar” podemos encontrar na rua, quantos tem a sorte de um Michel e emplacam uma música nas paradas? Mas esse modelos não são entendidos pela maioria, somos um povo que procura o caminho mais fácil, poucos perseveram e buscam no trabalho árduo o sucesso. Não sabemos falar, ler e escrever nosso próprio idioma e ainda somos forçados a aprender outras línguas estrangeiras como se fossemos menores e tivéssemos que atender os outros países, é difícil um americano, alemão ou francês se preocupar em aprender a falar português, e quando um deles vem para o Brasil os tratamos com devoção, não estou dizendo que não devemos tratar bem pessoas que não falam nossa língua, mas poderíamos diminuir o endeusamento dos estrangeiros. Certa vez acompanhando alguns alunos numa feira em São Paulo percebi o interesse maior das meninas nos argentinos que estavam expondo do que nos brasileiros, e eles nem eram bonitinhos ou mais legais. Essa mania não é afetividade, é desdenho para o que é nacional, quantas vezes não vemos pessoas dizendo que na nossa cidade não tem nada, não tem diversão, que nosso país é ruim e que não da oportunidade de crescimento, mas também nada fazem para melhorar, não estudam, não se aprimoram, não frequentam bons lugares. Muitos preferem ir à festa do peão a ir ao teatro, ou se recusam a “perder” tempo na escola, toda noite, mas depois reclamam que não conseguem emprego e que o patrão não oferece chance de promoção na empresa.
Para concluir, somos um povo em crescimento, em aprendizagem, em evolução, tanto na parte espiritual como na parte pessoal, quem sabe um dia seremos mais sérios, mais educados, mais críticos e cuidadosos com o que é do nosso povo, nesse dia poderemos confiar nos políticos e demais profissionais que nem sempre nos proporcionam sentimento de segurança, e saberemos gostar de lugar onde vivemos.
sábado, 5 de maio de 2012
Segurança
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Precisamos de bons exemplos
Nessa semana perdemos mais uma jovem vítima das falhas de nossos governantes, ela se envolveu em acidente com moto. Eu piloto motocicletas há mais de trinta anos e sei que não é tão simples como as Autoescolas tentam ensinar. Hoje a habilitação de motociclista é uma simples autorização para que a pessoa aprenda a dirigir no trânsito caótico das cidades, convivendo com motoristas mal preparados, por vezes bêbados e com pedestres desatentos, o que exige atenção redobrada e habilidade na condução do veículo. Já tentei com algumas entidades promover um curso de direção defensiva para motos, mas ninguém com poderes maiores se compromete em realizar tal evento. E onde estão os bons exemplos, nossa juventude necessita de bons exemplos de vida, precisam de horizontes para perseguir, não podem ficar desamparadas quanto à educação, lazer e cultura. Sábado passado fui a uma igreja assistir a missa, por ter chegado às 19h na missa das 19h fiquei em pé na porta da igreja e comecei a analisar as situações que ocorriam no recinto. Embora tenha um teto alto, o clima dentro da igreja estava muito quente, um calor abafado que os ventiladores não davam conta de resfriar. Em certo momento da missa percebi que vários senhores, aparentando mais de sessenta anos e algumas mulheres com crianças pequenas estavam em pé durante muito tempo. Comecei a procurar lugares nos bancos, não para mim, mas para aqueles que mereciam um conforto maior, e eles existiam, mas as pessoas que estavam nos bancos prestavam atenção na oratória do padre. Este por sua vez, vendo as pessoas em pé e percebendo jovens sentados, perdeu a grande oportunidade de dar um bom exemplo e solicitar àqueles que estavam sentados conseguirem um lugar para os que estavam em pé e poderiam se sentar. Não quero criticar nenhuma religião, mas sim algumas atitudes que merecem serem revistas pelas pessoas. A boa educação e a civilidade estão perdendo terreno para o individualismo e para o egoísmo. Precisamos urgentemente mudar essa situação para que, no futuro não vivamos como em um filme de terror, onde pessoas matam e espancam pessoas pelo simples prazer ou para fazer parte de um grupo.
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